terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Blog da Laurinha
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Campanha Sorria e Compartilhe Alegria
Sorrir é simplesmente contrair alguns músculos da face e dar ao próximo a oportunidade de fazer o mesmo.
Sorrir não significa esquecer os problemas, mas minimizá-los e dar menos importância a eles.
Sorrir é ter que rir para alguém, mas ter oportunidade de melhorar seu dia.
Um sorriso não custa nada. Pode mudar o seu dia e o dia de alguém.
Um simples sorriso pode fazer a raiva passar mais rápido, e dispersar energias negativas.
Sorrir pode... apartar uma briga, iniciar uma amizade, quebrar o gelo, disfarçar a timidez, mostrar sua simpatia, fazer uma criança rir, conquistar o próximo, irradiar alegria, iluminar sua vida, modificar a energia a sua volta.
Há, sim, coisas tristes acontecendo, vibrações negativas que nos contagiam com notícias ruins. Mas por que não fazer o contrário? Deixe a energia positiva tomar conta do seu dia! Sabe como fazer isso? Sorrindo.
Vamos experimentar. Comece agora.
Tatiana Benites – autora do livro Tem espíritos no banheiro?,
colunista da seção de humor e tirinhas do Correio Fraterno।
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Entrevista sobre o lançamento do meu livro

Espiritismo com humor? Isso é com Laurinha
Escrito por Eliana Haddad
Batalhadora e divertida, com estilo rápido e espontâneo de escrever, ela inaugura um novo jeito de se falar sob
re o espiritismo. Através da personagem Laurinha, a autora analisa e explica o espiritismo de forma simples, sem recorrer ao excesso de justificativas, numa fórmula imbatível de comunicação: simplicidade, bom humor e precisão de conceitos.
“É claro que tudo na minha vida tem uma história”, diverte-se Tatiana. A surpresa, aliás, é outra marca registrada em tudo o que ela conta, conseguindo assim comunicar assuntos sérios de um jeito divertido e inteligente, numa tentativa clara de fazer-se compreender por adultos, jovens e crianças, não necessariamente espíritas.
Correio Fraterno – Você trabalhou muito tempo com crianças nos centros espíritas. Qual foi seu maior desafio?
Tatiana Benites – Justamente aceitar o desafio. No início disse “não, não sei ensinar, sei brincar”. Mas resolvi assumir. Tinha que estudar muito mais e trabalhar de uma forma que as crianças entendessem mesmo o assunto proposto. Comecei, por exemplo, colando a história do espiritismo num baralho e fazendo jogos. Para entenderem melhor sobre o sonho, trabalhei com teatro. Para compreenderem o que é Deus e quem era Jesus, fiz circuito, onde as crianças passavam por cima de cadeira, debaixo de mesa, pegavam bambolê, buscavam frases, juntando tudo num grande quebra-cabeça. Adotei essa postura porque não me adaptava à proposta de aula convencional. Eu me colocava no lugar das crianças. Elas já passavam a semana inteira na escola e no final de semana queriam fazer algo diferente.
Como surgiu a ideia de escrever sobre espiritismo?
Sempre gostei de escrever. Cheguei até mesmo a ganhar concursos de poesia do Estadinho. Num encontro de comunicação social espírita, em São Paulo, fui convidada a escrever para o jornal Correio Fraterno. Eu estava representando o centro que frequentava e também tinha interesse em buscar um tema sobre espiritismo para minha monografia. Queria conhecer mais sobre a comunicação no espiritismo.
E o que você encontrou de marcante?
Que no espiritismo o foco é muito grande nos livros e especificamente para o público espírita. Acho que as pessoas confundem o que é ser humilde, ou o não fazer proselitismo. Claro que não devemos fazer do espiritismo um produto à venda, mas a gente pode falar: o espiritismo existe, tem uma proposta interessante e está aberto para recebê-lo. E veja o que acontece: há a novela, o filme, a reportagem, com uma porção de erros doutrinários se propagando nos meios de comunicação de massa. Via o resultado disso com as crianças, que chegavam ao centro, sem base de estudo e com as informações sobre temas espíritas abordados nas novelas. Muitas vezes também, os pais frequentam o centro, mas não conversam sobre espiritismo com as crianças. Alguns têm até mesmo receio de falar de morte e espíritos com elas. Têm medo de assustá-las. Ora, como pode haver reencarnação se não tiver morte? Posso garantir que elas entendem. As crianças, por exemplo, questionavam nas aulas: “Como o menino da novela (Páginas da Vida – Rede Globo) conseguiu entregar a bola para a mãe que estava morta? Se a minha mãe morrer, eu também vou poder brincar com ela?” . É preciso deixar claro para eles que trata-se de uma novela, com todas as suas fantasias, onde tudo é adaptado para gerar mais suspense, para contextualizar melhor a história. O problema é que muitas coisas se torna uma ilusão, principalmente para as crianças. Penso que falta um trabalho de comunicação espírita mais específico.
Mas e a explosão do espiritismo na mídia, é positiva?
Na minha visão, isso é maravilhoso. Nós temos que fazer a outra parte da comunicação. Quando eu estava em sala, presenciava o interesse das crianças em assistir à novela, para poderem vir depois trocar ideias a respeito. Era uma delícia vê-las empolgadas, motivadas pela televisão.Todas as histórias que trazem o lado espiritual acabam instigando a criança para aprender mais sobre o assunto.
Diante do lançamento do seu primeiro livro, já dá para arriscar quem vai gostar, afinal, das peripécias da Laurinha?
Acho que todas as pessoas que têm bom humor . Os jovens e os adultos vão se divertir muito mais que as crianças. Laurinha tem dúvidas e não tem vergonha de perguntar.
E a dúvida sobre se tem espíritos no banheiro, como surgiu?
Ah, você acha que alguém vai ter coragem de fazer uma pergunta dessas para um expositor ou dirigente de uma casa espírita? (risos). Eu já havia pensado nisso. Uma amiga um dia também me perguntou se os espíritos estavam mesmo em todos os lugares...Achei que isso era um bom assunto pra Laurinha. Todo mundo tem as suas dúvidas.
O leitor não vai levar um susto?
Acho que é preciso se divertir, até mesmo aprender a rir de si mesmo. Chico Xavier já dizia que o humor era necessário na vida, um alerta para que nos alegrássemos.
A religião não deve ser encarada como uma postura, algo que se avalie externamente. É preciso descontrair.
Na sua opinião, o humor e a arte, por exemplo, podem ser uma boa opção de linguagem para a comunicação espírita?
Sim. Na minha visão, para quem não frequenta uma casa espírita, o espiritismo ainda é uma incógnita. Ainda tem que ser descoberto. Imagina-se de tudo. E há, também, dificuldades de comunicação nos centros espíritas. Estão sempre recebendo pessoas novas e não podem falar a elas como se já tivessem anos de estudo de espiritismo.
O que você acha que deveria ser feito com crianças e jovens nos centros espíritas?
Precisamos compreender que as crianças e os jovens têm que saber mais, para melhor se prepararem para o universo de coisas que estão acontecendo. Elas não se identificam com linguagens inadequadas, desinteressantes. E se frustram com o conteúdo, querem saber mais. É preciso entender que o jovem está no computador, antenado. Ele até pode ler o livro, desde que não seja um texto apenas adaptado para ele, mas uma leitura que tenha linguagem própria, que seja a dele e com a ela possa se identificar.
E, para concluir: as histórias de Laurinha vão continuar?
Sim, claro. Porque eternamente existirão dúvidas. Quanto mais dúvida, mais busca de conhecimento. E a Laurinha está aí pra isso.
Confira o site: www.correiofraterno.com.br
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Tendências do varejo 2010
De acordo com os palestrantes, o mercado do varejo brasileiro terá papel importante no crescimento da economia do país.
Os palestrantes Ricardo Pastore, coordenador do Núcleo de Estudos do Varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Edmour Saiani, sócio da Ponto de Referência, FRancisco Alvarez, professor da Universidade São Paulo (USP) e sócio da Trade Marketing, juntamente com Dagoberto Rajar da Grow Biz, apresentaram as tendências que vivenciaram na 99° edição da National Retail Federation (NRF), a maior convenção de varejo do mundo, realizada no mês de Janeiro em Nova York.
Segundo os palestrantes, a feira não trouxe tantas novidades, a crise teve repercussão nessa exposição deixando áreas de estandes vazios, mas mesmo assim o que valeu a pena para os brasileiros foi ouvir que a grande expectativa para os próximos anos é o investimento em países emergentes como China, Índia e Brasil.
Em sua exposição Ricardo Pastore disse que é preciso inovar para crescer e continuar no mercado. Quem continuar fazendo o mesmo do passado não terá mais resultado positivo.
Os palestrantes citaram muito a geração Y como o principal alvo dessas inovações no varejo, portanto um público que deve ser estudado para que seja atingido.
Um dos principais assuntos abordados no seminário foi o "atendimento ao cliente" como papel fundamental para o fechamento da venda. Além disso, Dagoberto Rajar mostrou que o papel do software desenvolvido para o varejo é uma tendência cada vez mais forte, uma vez que os maiores patrocinadores da feira eram empresas desenvolvedoras de softwares.
Um dos momentos mais marcantes da exposição foi a exposição do software que permite que os consumidores experimentem as roupas sem sair de casa, apenas utilizando uma webcam em casa.
Acredito que a NRF continua colaborando para a tendência do varejo e a compreensão dos consumidores. Vamos esperar o que nos aguarda 2011, quando teremos a 100° NRF.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Eficácia na simplicidade da Comunicação Interna
Numa escola de inglês no Canadá, localizada numa pacífica cidade chamada Victoria, a escola Pacific Gateway possui o método mais simples e barato de comunicação interna com altos índices de eficiência.
A escola Pacific Gateway é dirigida a estudantes de todos os países do mundo que queiram aprender Inglês como Segunda Língua (ESL) e é formada por jovens profissionais que utilizam métodos lúdicos de aprendizagem. Cada professor possui métodos de ensino próprio com a utilização de papéis coloridos, músicas e filmes que fazem com que os alunos interajam o tempo todo com a nova linguagem.
A escola possui uma comunicação corporativa muito eficaz e as pessoas responsáveis por essa área são a diretora e a orientadora pedagógica que promovem aos alunos e professores as melhores técnicas para que todos sejam mantidos informados.
No primeiro dia de aula todos os alunos são divididos por salas, fazem testes e recebem todas as informações sobre o curso oferecido, cuidados, segurança e dicas de comportamento no país.
A escola possui um diferencial no serviço, oferece workshops em diversas áreas e grupos de discussão após as aulas teóricas, que o aluno pode optar no primeiro dia de aula. Além disso, existe um programa CCC (Canadian Conversation Club) no qual os alunos optam por passeios (pagos ou gratuitos) junto com um orientador onde conhecerão a cidade e aprenderão a conversar sobre assuntos corriqueiros utilizando a língua inglesa.
Após as apresentações dos serviços os alunos são levados a uma lounge onde existem os murais com todas as informações da escola. Um mural é específico para workshops, os alunos podem inscrever-se para a aula colocando seus nomes na lista. Outro mural para atividades de discussão com professores, incentivando ao diálogo. Mais um, com informações do CCC que possui fotos de passeios e instrutores, além de local para inscrições. Ainda possuem murais com informações sobre as provas e lista de alunos, além de um quadro para anúncios de vendas de livros ou interesse em algo que diga respeito a aula.
Os murais são colocados em locais estratégicos, onde todos os alunos são obrigados a passar a maior parte do tempo. A todo instante os alunos estão ao redor dos murais para buscar informações e decidir o que fazer com a continuidade dos seus estudos.
Cada mural possui uma característica muito diferente do outro e quando a informação é modificada, a cor e o formato do mesmo são modificados também, já que segundo os estudos, nossa vista se acostuma com a informação e depois de um tempo passa a não notar mais o conteúdo apresentado.
Nessa escola é possível observar que o mural é a melhor ferramenta utilizada para transmitir mensagens aos alunos e professores. Através dele é possível integrar pessoas e informações. Para confecção do mesmo é interessante notar o baixo custo e a facilidade de atualização das informações.
Se as empresas conseguissem utilizar esse método tão simples de uma forma tão eficaz, a comunicação empresarial poderia ser facilitada entre clientes e funcionários.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Victoria da Promoção - As simples técnicas de promoção de uma cidadezinha do Canadá
Uma cidadezinha pequena no Canadá, numa ilha próxima a Vancouver, mostra que promoção pode ser feita em todo lugar, de forma simples e organizada e assim chamar a atenção do público e atraí-lo às compras. Em Victoria é assim, as pessoas ficam bem informadas, motivadas a consumir e conhecer a cidade, como eu pude conhecer. Ao chegar lá me deparei com um cenário de filme: casas simples, muito verde, muita informação e uma paisagem maravilhosa.
Victoria é uma cidade que vive do turismo e sabe como atrair seus visitantes. O ponto de Informação e Turismo da cidade a promove de forma sem igual. Localzinho pequeno com apenas um ambiente, onde se encontra um balcão e outras três belas paredes cheias de displays e folders. Materiais impressos oferecendo serviços de hotelaria, turismo, gastronomia e cupons de descontos. Além disso, eu ainda tinha a meu dispor uma variedade incrível de mapas que me davam a liberdade de escolher meu tour.
Foi passeando pela cidade que encontrei um shopping - lugar que brasileiros não resistem a entrar em nenhum lugar do mundo - e ao entrar tive a impressão de estar no Brasil. As lojas são parecidas e aparentemente as técnicas de venda também, mas engano meu. As lojas estavam em período promocional - queima de estoque das peças de inverno - os descontos chegavam a 80%! E isso não era um benefício de poucos estabelecimentos, mas de muitos e de categorias diferentes.
As lojas apresentam as vitrines pintadas com grandes números de desconto (50% OFF), semelhante ao Brasil, no entanto o tratamento ao cliente é diferente. Os vendedores de lojas de roupas e calçados não o abordam para perguntar quais os itens do seu interesse, ele só permanece próximo e espera o momento adequado para auxiliá-lo.
Percebi também uma estratégia diferente de técnica promocional. Os lojistas de diferentes segmentos (roupas, calçados,cosméticos, eletrônicos, etc.) montam balcões (ou araras) em frente às suas lojas ou no meio do corredor do shopping com as peças em promoção. Pilhas e mais pilhas de produtos ao longo do shopping com descontos de 20% a 80%. Tentador!
Não percebi um trabalho de divulgação a respeito dessas promoções, cada loja faz por sua conta. São colocadas placas grandes em cada pilha com os valores de cada peça ou valor do desconto, mas algumas lojas não colocam o preço, simplesmente o fato de haver um balcão ou arara de roupas fora da loja significa “Pare e veja nossas vantagens”.
O mesmo acontece em lojas de rua. Embora para nós, brasileiros, seja difícil acreditar que alguém tem coragem de deixar seus produtos fora da loja, em araras ou balcões, em Victoria isso é comum. Não há ninguém para cuidar dos produtos em exposição! A estratégia é deixar o cliente livre para ver e escolher o que lhe convém, não abordá-lo nem incomodar sua escolha ou constrangêlo. Assim que o cliente tiver escolhido seu item de preferência terá que entrar na loja e dessa forma procurará outros itens em promoção, conseqüentemente comprando mais.
Também podemos encontrar lojas muito parecidas com as brasileiras. Alguém se lembra do início das lojas de R$ 1,99? Em Victoria essas lojas existem até dentro dos shhoppings e funcionam exatamente como no Brasil... nada custa aquele valor, sempre mais. O que não chega a ser enganação ao consumidor, pois assim como em nosso país, a estratégia é mudar o nome da loja para “Um dólar ou mais”. Entretanto, em Victoria existe uma grande loja de cores verde e amarelo de nome “Um dólar” que traz em sua fachada a informação “Aqui realmente é tudo por um dólar”. Imediatamente a gente é levado a pensar: “Será? Vou conferir”.
Quando entrei na loja levei um choque: “é um mercado!” A loja é estruturada como um grande mercado, dividida por seções com grandes gôndolas separando os produtos em famílias e subfamílias. Você encontra produtos de todas as ordens: papelaria, presentes, material para artes, limpeza, cosméticos, itens de casa, roupas (meias, luvas, gorros, calcinhas e cuecas), comidas (enlatados, massas, doces, salgadinhos), souvenir e bijouterias. Poderíamos chamar de “Megastore de um dólar”. O aspecto “negativo” para o consumidor é que não dá para entrar nessa loja e sair de mão abanando, pois a impressão que temos é que tudo é mais barato e acabamos consumindo muito mais. Para o lojista isso é uma grande vantagem, ele não precisa investir em grandes técnicas promocionais para chamar a atenção dos consumidores.
Em datas promocionais (Páscoa, Dia dos Namorados, Natal, etc.) o lojista da “Um dólar” costuma utilizar uma das técnicas mais simples da promoção de vendas: coloca um cartaz em um dos corredores principais, monta um ponto extra ou utiliza as pontas de gôndola do corredor principal próximo aos caixas, somente com os produtos dirigidos a essa data.
Mas não são somente as promoções de produtos que chamam atenção nessa pequena cidade. Uma escola de inglês para estrangeiros consegue oferecer muitas vantagens a quem se matricula em seus cursos. A Pacific Gateway oferece um pacote de benefícios aos estrangeiros que precisam estudar inglês. No primeiro dia de aula o aluno passa a conhecer todas as vantagens oferecidas através de uma apresentação feita pela direção da escola. Ele descobre que além das aulas pode participar de workshops de diferentes temas, sessão de filmes, passeios e encontros para discussão. Tudo isso sem nenhum custo adicional.
Para que o aluno participe dessas atividades é necessário escrever seu nome em um mural e comparecer no local especificado. Um dos benefícios mais procurados é o CCC (Canadian Conversation Club), eles oferecem um calendário de atividades fora escola para que os alunos possam conhecer a cidade, entender a cultura, consumir e aprender inglês. Nesse club existem algumas atividades com custo extra (como a visitação ao museu em que o aluno terá que pagar a entrada), mas o valor será muito inferior ao custo normal pelo fato de ir com a escola.
Essa técnica de oferecer uma série de benefícios e deixar o aluno livre para escolher o que mais gosta de fazer tem gerado um resultado tão positivo que a escola está estudando uma ampliação das instalações em função do aumento de alunos.
Por meio desse “tour” numa pequena cidade do Canadá, percebi que as primeiras e mais simples técnicas de promoção ainda são eficientes desde que bem aplicadas e adequadas à cultura local, com um retorno muito positivo e baixo custo. Então, por que não abusar delas?
Artigo publicado na Revista Propulsão da Faculdade Cásper Líbero em Julho/2008


